terça-feira, 25 de abril de 2017

sábado, 20 de junho de 2015

ALFABETIZANDO COM AS BRUXAS

Imagens com escrita Scrip e cursiva! Fantasma de TNT, balançando com o vento da janela. 


PROJETO: ALFABETIZANDO COM AS BRUXAS
 A turma do 1º vivenciou de várias maneiras a Semana das Bruxas, através de contação de histórias, palestra com professora de história da Àrea, textos diversos, glossário alfabetizador, imagens assustadoras, fantasias, filmes e festa com brincadeiras para a culminância.
Professora Simone  de História, contando aos alunos sobre o surgimento das bruxas, de encerramento a contação do livro BRUXA, BRUXA, BRUXA.Alguns alunos e a prof. Clarice (eu) no corredor assombrado! 

OBS: Em breve mais fotos e atividades trabalhadas. 

DIVERSOS TIPOS DE TEXTOS e INTERPRETAÇÕES PRONTAS PARA APLICAR COM OS ALUNOS do 3º 4º 5º ano-


                              NOME   ESCOLA  
Avaliação – Português - 4º ano       -      2º Trim.

NOME                                                                                DATA

   


I- LEITURA

Texto I

A FLORESTA DO CONTRÁRIO

Todas as florestas existem antes dos homens. Elas estão lá e então o homem chega, vai destruindo, derruba as árvores, começa a construir prédios, casas, tudo com muito tijolo e concreto.E poluição também. Mas esta floresta aconteceu o contrário. O que havia antes era uma cidade dos homens, dessas bem poluídas, feia, suja, meio neurótica. Então as árvores foram chegando, ocupando novamente o espaço, conseguiram explusar toda aquela sujeira e se instalaram no lugar. É o que poderia se chamar de vingança da natureza- foi assim que terminou o seu relato o amigo beija-flor. Por isso ele estava tão feliz, beijocando todas as flores- aliás, um colibri bem assanhado, passava flor por ali, ele já sapecava um beijão. Agora o Nan havia entendido por que uma ou outra árvore tinha parede por dentro, e ele achou bem melhor assim. Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras. Era um lugar muito bonito, gostoso de se ficar. Só que o Nan não podia, precisava partir sem demora. Foi se despedir do colibri, mas ele já estava namorando apertado uma outra florzinha, era melhor não atrapalhar.

(Fragmento do livro “Em busca do tesouro de Magritte.)


Texto II CIMENTO ARMADO

Batem estacas no terreno morto.
No terreno morto surge vida nova.
As goiabeiras do velho parque
E os roseirais, abandonados,
Serão cortados
E derrubados.
Um prédio novo de dez andares,
Frio e cinzento,
Terá seu corpo de cimento armado
Enraizado no velho parque
De goiabeiras
De roseirais.

Batem estacas no terreno morto.
Século vinte...
Vida de aço...
Cimento armado!
Batem estacas
No prédio novo de dez andares,
Terraços tristes
Pássaros presos,
Rosas suspensas
Flores da vida,
Rosas de dor

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INTERPRETAÇÃO DO TEXTO

1) Assinale a opção correta.

a) Os autores dos dois textos falam sobre o mesmo assunto. O assunto abordado nos dois textos é:
(x ) A devastação e destruição da natureza causada pelo homem.
( ) A preservação dos recursos naturais.
( ) Nenhuma das alternativas anteriores.

b) Apesar de abordarem o mesmo assunto, os resultados são diferentes em cada texto, porque:
(x ) no primeiro texto a natureza saiu vitoriosa ao recuperar seu espaço outrora perdido, enquanto no segundo texto os pássaros e as rosas sofrem a consequência da construção de mais um prédio de dez andares.
( ) no segundo texto a natureza saiu vitoriosa ao recuperar seu espaço outrora perdido, enquanto no primeiro texto os pássaros e as rosas sofrem a consequência da construção de mais um prédio de dez andares.

c) Para “expulsar toda aquela sujeira” e se instalarem no seu lugar, as árvores tiveram que lutar. A parte do texto que confirma o fato de certas árvores conservarem os sinais de sua luta é :

( ) “ Todas as florestas existem antes dos homens.”
(x ) “ Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras, por isso uma ou outra árvore tinha parede por dentro.”

d) No texto II o poeta fala do prédio como se ele fosse uma pessoa em :

( ) ” Um prédio de dez andares.”

(x ) “ Terá seu corpo de cimento armado.”

e) O poeta se refere a pássaros presos, terraços tristes, porque :

( ) os terraços são pintados de preto e cinza.
( x) os terraços ocuparam o espaço da vegetação, a alegria dos animais e com o agravante de que nas cidades, as pessoas costumam prender os pássaros em gaiolas.

2) Escreva certo ou errado de acordo com os textos:

a) No texto II o autor utiliza a palavra “enraizado” como se o prédio fosse uma árvore. (certo)

b) As goiabeiras e os roseiras foram conservadas após a construção do novo prédio. (errado)

c) No texto I a história é fato real, enquanto que no texto II é imaginário, pois jamais destruiriam a natureza para construir um prédio. (errado)

d) No texto I, ao tomar a cidade e devolver a vida aos seres da floresta, as árvores consideraram uma vingança da natureza. (certo)

e)Os pássaros do Texto II eram tão felizes quanto os pássaros do texto I. (errado)


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III- GRAMÁTICA Valor: 10,0 ( 20 ac x0,5) Nota :

1. Não são paroxítonas as palavras:

a) salada - varanda - tarde d) amanhã - última - perdão x
b) leite - escada - senhora e) verdade - presença - janela
c) violetas - brigas – mesa

2.Aponte o único conjunto onde há erro de divisão silábica:

a) flui-do, sa-guão, dig-no
b) cir-cuns-cre-ver, trans-cen-den-tal, trans-pa-ren-te
c) con-vic-ção, subma-ri-no, rit-mo x
d) ins-tru-ir, an-te-pas-sa-do, se-cre-ta-ri-a
e) co-o-pe-rar, dis-tân-cia, bi-sa-vô

3.Assinalar a alternativa em que todas as palavras estão separadas corretamente:

a) mas-sa, i-gu-al, miú-da
b) cons-truir, igual, cri-ei
c) cri-ei, as-pec-to, mi-ú-da x
d) me-da-lhões, pás-sa-ros, es-ta-çõ-es

4.De acordo com a separação silábica, qual o grupo de palavras abaixo está totalmente correto?

a) as-si-na-da, chei-ro, ma-de-i-ra
b) ex-ces-so, cac-to, des-cer x
c) avi-so, per-spi-caz, em-pa-pa-da, pa-i-nei-ra
d) extra-or-di-ná-rio, ve-lha, fel-ds-pa-tomi-nha, in-fân-cia

5.Devem ser acentuadas todas as palavras da opção:
a) taxi - juri - gas x
b) ritmo - amor - lapis
c) chines - ruim - jovem
d) juriti - gratis - traz
e) açucar - abacaxi – molestia

6.A única alternativa em que nenhuma palavra deve ser acentuada graficamente é:
a)preto - orgão - seres
b)atras - medo - garoa
c)item - nuvem - erro x
d)juri - governo -odio
e)tatu - cores – carater

7.Em que conjunto todas as palavras são oxítonas?
a)exame- xale- exceção
b)chapa- cachecol - próximo
c)nariz- bombom – urubu - x
d)caju- caderno- lápis
e)trouxe- texto- léxico

8. Assinale a alternativa em que há erro de acentuação gráfica de acordo com a nova ortografia:
a)café – baú – ônibus
b)Coréia - idéia - enjôo x
c)relâmpago - egoísta - contêm
d)órgão - lápis - saúva
e)concluí - além-túmulo – médium

9, São sobrecomuns apenas os substantivos:
a)dentista-colega-jornalista
b)testemunha-indivíduo-vítima x
c)cliente-artista-aranha
d)estudante-indígena-professor

10) Assinale a sentença verdadeira:
a)Todas as proparoxítonas são acentuadas. x
b)As oxítonas terminadas em i ou u que não sejam acompanhadas de hiato são acentuadas.
c)As paroxítonas terminadas em a , e ou o são acentuadas.
d)As oxítonas terminadas em i,u, is, iz ou us são acentuadas .
e)Nem todas as proparoxítonas são acentuadas.

11) Complete as frases com por quê, por que, porque ou porquê:
___ ____________ não foi à faculdade? Por que
Não fui à faculdade ________________ não quis. porque
Eu queria saber o _______________de você faltar tanto às aulas. porquê
___ Você está gritando _________________? por quê
___Eu me proecupo com você. ___________________, não posso? por que
___ Não se preocupe tanto, ____________________ já sou um homem capaz e reponsável.porque

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IV-ORTOGRAFIA

1) Escreva no quadro as mudanças feitas em nosso vocabulário conforme o acordo ortográfico:

Norma atual Acordo ortográfico
anti-religioso antirreligioso
fim-de-semana fim de semana
lêem leem
dêem
vêem
pára (verbo parar) apóio jóia microondas arquiinimigo

2) Complete as palavras com esa ou eza :

a) chin.............. b) limp............ c) nobr...........

3) Complete com izar ou isar :

a) civil.......... b) al.......... c) revi.......... d) valor.............

4)Complete com ex ou es :

a)t.....to b) ............cola c) ........periência d) ..........plosão

5)Apenas uma entre as demais palavras de cada grupo está escrita de forma incorreta. Identifique-a e escreva da forma correta:

a)estádio- escola- estração -------------------------------extração
b)péssimo-vasoura- assunto-----------------------------vassoura
c)desca-cresça-aparesça---------------------------------apareça
d)excelente-excepcional-excência------------------------essência

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Livro:      Ninguém é igual a ninguém
Este livro pode ser abordado para trabalhar diversos temas como: bullying, diversidade, preconceito, diferenças, respeito, identidade.

NOME   ESCOLA  
Avaliação – Português - 4º ano       -      2º Trim.
NOME                                                                                DATA


Texto: Ninguém é igual a ninguém

Moro em uma rua que não é grande nem pequena e tem gente de todo jeito.
Paulinho, meu vizinho da esquerda, é gorducho. Alguns meninos vivem gritando pra ele: “Paulinho, baleia, saco de areia”. Ele chora e chora.(...)
Davi, que mora em frente, é ruivo e fica furioso quando o chamam de cabeça de fogo. É fogo            mesmo.
Eu sou magrelo porque é assim que sou. Antes não gostava que ninguém mexesse comigo.(...)
Agora nem dou bola mais pros apelidos, pois não sou linguiça, nem palito, nem vareta. Sou um menino chamado Danilo que não é gordo, nem médio, sou magro e bom das pernas. Não perco uma corrida.

Regina Otero e Regina Rennó. Ninguém é igual a ninguém. Ed. do Brasil.

Compreensão do texto

1. Justifique o título desse texto.

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2. Você já viveu uma situação igual a essa vivida pelo menino da história?

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3. Quem conta essa história?

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4. Aos meninos foram dadas algumas características físicas. Descreva:
               Paulinho                                                                 Davi






5. Como era Danilo?
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6. Qual era a melhor característica de Danilo?
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7. Você acha certo criticar os outros ? Por quê?

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_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
8. Para você o que é mais importante: a aparência ou a amizade?

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_______________________________________________________________
Gramática

9. Escreva o que se pede:


a) dois  adjetivos

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b) dois substantivos comuns

__________________________________________________________
c) um verbo

________________
d) dois  substantivos próprios
__________________________________________________________





10. Separe as sílabas das palavras grifadas nas frases abaixo e classifique-as de acordo com sua tonicidade. (OXÍTONA, PAROXÍTONA, PROPAROXITONA)

a) Eu sou magrelo porque é assim que sou.

_______________________________________________________________
b) Ninguém é igual a ninguém.

_______________________________________________________________
c) Sou um menino chamado Danilo.

_______________________________________________________________
d) Paulinho, meu vizinho da esquerda, é gorducho.

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11. Analise as palavras abaixo e escreva-as na coluna correspondente à sua
classificação quanto ao encontro vocálico.

RUA - JEITO - MEU - BALEIA - AREIA - FURIOSO - MÉDIO - SOU - RUIVO - POIS - MAIS – NÃO

DITONGO                                    TRITONGO                               HIATO




12. Complete as frases abaixo com os verbos sugeridos.

a)  No domingo________________ no cinema. ( IR - FUTURO)

b) _____________ um lindo casaco bordado. (COMPRAR - PRETERITO)

c)Na merenda,Pablo ____________ uma deliciosa torrada. (COMER--PRESENTE)

d) Os meninos _______________na maratona no domingo. (CORRER-FUTURO)

e) Ele _____________durante o recreio. (BRIGAR--PRETERITO)


13. Leia as frases abaixo e marque um x naquela em que a informação é correta.

a) ( ) No primeiro parágrafo a palavra rua é dissílaba e há um hiato, pois na separação das sílabas as vogais ficam em sílabas separadas.

b) ( ) Podemos dizer que há exemplos de dígrafos nas palavras: pequena, esquerda e gorducho.

c) ( ) Na palavra gostava não há encontro consonantal.
d) ( ) No texto há vários adjetivos , mas não há nenhuma palavra proparoxítona.

14. Classifique as palavras abaixo em substantivo PRIMITIVO ou DERIVADO.

a) Sou apenas um menino que coleciona  pedras. (__________________)

b) Moro em uma rua que tem uma floricultura linda! (________________)

c) Davi esta trabalhando em uma padaria. (_______________)

15.  Ilustre  o texto:    Ninguém é de ninguém, atrás da folha.
 16. Texto ditado  para avaliação da ortografia.
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NOME   DA  ESCOLA

Avaliação – Português - 4º ano       -      2º Trim.

NOME                                                                                DATA



Numa tarde ensolarada, João e sua mãe saíram a passeio pelas alamedas da vizinhança em direção à praça. João se divertia pedalando a nova bicicleta que ganhara de Natal, enquanto sua mãe admirava-o com orgulho.
         Lá chegando, a mãe acomodou-se em seu banco predileto enquanto João circulava animadamente ao redor da praça. Por alguns instantes a mãe não o enxergava, oculto pelas grandes árvores, mas ficava sossegada, pois conhecia a habilidade de João.
Cada vez que passava pelo banco da mãe, João acenava e ela olhava-o envaidecida.
Depois de passar várias vezes pela mãe, o menino resolveu demonstrar aquilo que tinha aprendido.
- Olhe, mamãe, estou dirigindo a bicicleta sem uma das mãos!
- Muito bem!
Alguns minutos depois, o filho volta dizendo:
- Mamãe, sem as duas mãos!
E a mãe apreensiva, lhe diz:
- Cuidado, querido, não a deixe embalar na descida.
Mais alguns minutos e ela se vira à direita para vê-lo, vindo em sua direção. Agora, equilibrando-se sobre a bicicleta:
- Veja, mãe, sem um pé!
E na volta seguinte:
- Mãããeee, sem os dentes!!
Pobre Joãozinho...  
                                                                                                                                        Eduarda Borges



Marque X na resposta certa:

a) O texto fala sobre:
(  ) As aventuras de João com sua bicicleta.
(  ) O tombo de João.
(  ) A mãe de João.
(  ) A vida de João

b) A história acontece:
(  ) Numa rua movimentada.
(  ) Num parque da cidade.
(  ) Numa praça.
(  ) Numa vila.

c) A mãe de João estava apreensiva por que
(  ) O menino não queria ir embora.
(  ) O menino poderia cair da bicicleta.
(  ) O menino tinha desaparecido.
(  ) O menino não sabia andar de bicicleta

d) O texto termina dizendo "Pobre Joãozinho" por que
(  ) O menino quebrou a perna.
(  ) O menino chorou para mãe.
(  ) O menino caiu da bicicleta e quebrou os dentes.

e) O nome João é um substantivo:
(  ) próprio
(  ) comum

f) A palavra bicicleta é um:
(  ) adjetivo
(  ) substantivo comum

Ilustre a história:











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AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS

Nome                                                               Data                           Turma

A formiga e a Pomba
Uma Formiga foi à margem do rio para beber água e, sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar. Uma Pomba que estava numa árvore sobre a água, arrancou uma folha e a deixou cair na correnteza perto dela. A Formiga subiu na folha e flutuou em segurança até a margem. Pouco tempo depois, um caçador de pássaros veio por baixo da árvore e se preparava para colocar varas com visgo perto da Pomba que repousava nos galhos alheia ao perigo. A Formiga, percebendo sua intenção, deu-lhe uma ferroada no pé. Ele repentinamente deixou cair sua armadilha e, isso deu chance para que a Pomba voasse para longe a salvo.
Autor: Esopo
Moral da História: Quem é grato de coração sempre encontrará oportunidades para mostrar sua gratidão.

01. Este texto é uma fábula porque apresenta características como
(A) humor e seres encantados.
(B) instruções e imagens.
(C) tabelas e informações científicas.
(D) animais como personagens e moral da história.

02. O texto começa dizendo Uma formiga sedenta veio à margem do rio para beber água. Para alcançá-la devia descer por uma folha de grama. A palavra sublinhada refere-se a


(A) grama.
(B) água.
(C) folha.
(D) formiga.



03. A formiga se salvou da correnteza porque
(A) o rio parou de correr.
(B) o caçador a tirou de dentro do rio.
(C) caiu um galho de árvore em que ela se apoiou.
(D) ela subiu numa folha de árvore jogada ao rio pela pomba.

04. A formiga viu o caçador preparado para caçar a pomba no momento em que


(A) se debatia na correnteza.
(B) alcançou a terra.
(C) se escondia atrás de uma árvore.
(D) foi presa pela rede do caçador.



05. No início do texto, diz-se que a formiga estava sedenta. Isto significa que a formiga estava com

(A) fome.        (B) frio.        (C) sede.               (D) calor.




6. "Uma boa ação se paga com outra". A frase, escrita entre aspas e em letras maiores que as do texto, indica



(A) a moral da história.
(B) que a história acabou.

(C) a amizade que se formou entre a pomba e a formiga.
(D) que foi o caçador de pássaros quem falou.

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AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS


Nome                                                               Data                           Turma



O dia de ventania


       A onça andava louca para devorar o coelho.
Mestre coelho, que era muito esperto, imaginou um plano para acabar com a perseguição. Viu que a onça se aproximava e começou o seu planinho. Pegou o facão e pôs-se a juntar cipós, apressado e ansioso.
A onça achou aquilo muito estranho e perguntou:
— Para que tanto cipó, mestre coelho?
— Pois não sabe, comadre onça? Acontece que Tupã está furioso com todos os bichos da floresta e vai mandar um castigo terrível! Logo mais começa o Dia da Ventania Final!
— Dia da Ventania Final?! — espantou-se a onça. — O que é isso?
— É que vai ventar como nunca antes ventou no mundo. Vai ventar tanto que nenhum bicho vai conseguir ficar de pé na terra. Vai tudo pelos ares!
— Que horror! — horrorizou-se a burra da onça. — E o que é que se pode fazer?
— Quem não for bobo tem de pedir para alguém amarrá-lo bem amarrado numa árvore bem grossa. Eu estou juntando esses cipós aqui e vou correndo pra casa amarrar todos os meus filhinhos!
A onça estava apavorada:
— Me ajude, amigo coelho! Não quero ser levada pela ventania. Me amarre primeiro!
— Desculpe, comadre onça, mas não posso. Tenho de ir correndo pra casa e amarrar meus filhinhos.
— Não faça isso comigo, compadre coelho, por favor! Me amarre!
A onça tanto insistiu que o coelho, depois de fingir que recusava, acabou concordando. Amarrou a danada da onça muito bem amarrada, com uma porção de cipós, na árvore mais forte da floresta!
E foi feliz para casa, deixando a burra da onça muito bem amarradinha e muito satisfeita, à espera da ventania que nunca haveria de aparecer... 
Pedro Bandeira. O dia da ventania. São Paulo

1) O coelho elaborou um plano porque tinha um problema com a onça. Qual era esse problema?

2) Qual era o plano?

3) Segundo o coelho, quem estava furioso com os bichos e o que ia acontecer?
4) De quantos parágrafos o texto é formado?

5) Qual o sinal de pontuação que inicia o quarto parágrafo? Para que serve?

6) Qual o sinal de pontuação que termina o quarto parágrafo? Para que serve?

7) O plano do coelho deu certo? Por que?

8) Dê um outro título para o texto.

9)             O texto conta que mestre coelho era muito esperto e que a onça era "burra". Vocês concordam? Por quê




 10)Ilustre a história: 










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ESCOLA
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS  3 trimestre

Nome                                                               Data                                        Turma

O MACACO DE ÓCULOS

                  Um macaco, que se achava muito esperto e inteligente, estava ficando velho e já não enxergava muito bem.
                  Preocupado com isso, resolveu usar sua esperteza e saber o que os homens fazem quando ficam velhos e já não enxergam bem.
                  Conversando com alguns, descobriu que era preciso usar óculos.     Arranjou seis pares de óculos para não correr o risco de um só não dar certo.      Pendurou um no pescoço, outro no rabo, um na cabeça, outro na nuca, um no pé, um outro na mão... mas nada! Continuava sem enxergar. Cheirou, lambeu, mudou as posições e não conseguiu nenhum resulta
     Continuava enxergando mal, o macaco, então pensou que estava sendo enganado pelos homens. Ficou furioso!
                 Pegou seus pares de óculos, jogou-os no chão e pisou em cima.
                 Coitado! Continuou sem enxergar!

1- O personagem da história é:

( ) Um macaco que se achava muito esperto          ( ) Um macaco amigo dos homens
                     
( ) Um macaco muito jovem

2- O macaco não enxergava bem porque

( ) Estava doente            ( ) Estava ficando velho              ( ) Estava com os olhos machucados
                 
3- Para descobrir como enxergar melhor, o macaco foi conversar com:
( ) Alguns homens                     ( ) Alguns animais                      ( ) Alguns macacos

4- O macaco pensou que estava sendo enganado pelos homens.
Ser enganado é o mesmo eu:

( ) Ser amado                ( ) Ser traído                          ( ) Ser ajudado

5- “Só podia ser engraçado, macaco botar óculos no rabo”
Na frase acima, a palavra botar significa:


( ) Calçar                             ( ) Vestir                               ( ) Colocar

6- De acordo com o texto, o macaco era:
( ) Doce                            ( ) Esperto                                      ( ) Velho


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ESCOLA
AVALIAÇÃO DE PORTUGUÊS 4º ANO -- 3º trimestre

Nome                                                               Data                                        Turma

O PULO DO GATO

A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia como todo mundo sabe que o gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava. Decidiu então a raposa usar da esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz: - Chega de correr atrás um do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz! - Não é bem assim, comadre raposa - corrigiu o gato. - Não é um que corre atrás do outro, é uma que corre atrás do outro,é a "uma", que é a senhora, que corre atrás do "outro", que sou eu... - Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou! O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, a cambalhota simples, a cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato. Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado! E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira. Ainda tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou: - Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!
-Não ensinei, nem ensino! -riu-se o gato. -Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!

BANDEIRA,Pedro. Nova Escola,nº48.


Interpretação

1-“com um salto de banda, o danado sempre se safava.”
A palavra abaixo que tem o mesmo significado da expressão sublinhada é:

A) ( ) exibia
B) ( ) livrava.
C) ( ) prejudicava.
D) ( ) esborrachava.

2- De acordo com o texto, a raposa fez ao gato a seguinte proposta:
A) ( ) viver em paz.
B) ( ) brigar para sempre.
C) ( ) dividir os filés de rato.
D) ( ) viver cada um no seu canto.

3- O texto mostra que tanto a raposa, quanto o rato sempre demonstraram ser:
A) ( ) lentos.
B) ( ) amigos.
C) ( ) espertos.
D) ( ) medrosos.

4- A raposa tornou-se aluna do gato para:
A) ( ) distrair-se com ele.
B) ( ) fazer as pazes com ele.
C) ( ) brincar, pois se sentia sozinho.
D) ( ) conseguir uma chance de devora-lo.

5- O plano da raposa fracassou porque ela:
A) ( ) confiou demais em sua esperteza.
B) ( ) era uma aluna desatenciosa.
C) ( ) errou os pulos ensinados.
D) ( ) agiu sem pensar

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O GALO QUE LOGROU A RAPOSA.

Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “... Deixa estar, seu malandro, que já te curo!...” E em voz alta:
-Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinha, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desses poleiros e venha receber o meu abraço de paz e amor.
-Muito bem! –exclamou o galo. Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vem vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que eles também tomem parte da confraternização.
Ao ouvir falar em cachorros, dona raposa não quis saber de histórias, e tratou de pôr-se a fresco, dizendo:
- Infelizmente, amigos Có-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo. E rapou-se.

Com esperteza, - esperteza e meia.

Interpretação

1-Em “Um velho galo matreiro, percebendo...” – a palavra sublinhada significa:

A) ( ) notando         B) ( ) adivinhando       C) ( ) supondo         D) ( ) prevenindo

2- Em ...”percebendo a aproximação da raposa...” – apalavra sublinhada pode ser substituída por:
A ( ) proposta          B ( ) intenção                   C ( ) voz                  D ( ) chegada

3- E “empoleirou-se numa arvore” – a palavra sublinhada pode ser substituída por:
A ( ) escondeu-se               B ( ) subiu        C ( ) pulou              D ( ) encolheu-se

4- Em “a raposa, desapontada, murmurou consigo” – a palavra sublinhada significa:

A ( ) disse em voz baixa               B ( ) falou disfarçadamente          C ( ) resmungou
                                       D ( ) pensou

5- Em “Muito bem! – exclamou o galo.”- a palavra sublinhada significa:

A ( )falar em voz alta e com admiração.             B ( ) falar em tom de censura.

C ( ) falar demonstrando aprovação.                   D ( ) falar em tom autoritário.

6- Em “Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras” – a expressão sublinhada equivale a:
A ( ) entre as             B ( ) apesar das         C ( ) longe das                     D ( ) sem as
7- Em “... e tratou de por a fresco”, a expressão sublinhada quer dizer:

A ( ) ir para um lugar que não faça tanto calor.        B ( ) sair para o ar livre.
C ( ) ir saindo.                                                           D ( ) colocar-se a salvo.

8- Em “E raspou-se” significa:

A ( ) saiu calmamente.                            B ( ) saiu precipitadamente.
C ( ) escondeu-se.                                   D ( ) feriu-se.

9- Quando o galo se empoleirou na arvore, a raposa ficou:

A ( ) zangada.          B ( ) decepcionada.

C ( ) indiferente.           D ( ) contente.

10-A respeito da atitude do galo, a raposa pensou consigo mesma – “Deixe estar, seu malandro, que já te curo!” – Isso significa que ela pensou em:

A ( ) aliviar o sofrimento do galo.
B ( ) dar uma lição no galo.
C ( ) cozinhar o galo.
D ( ) fazer amizade com o galo.

11- Ao dizer “Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições!” – o galo se refere às:

A ( ) desavenças ocorridas entre os homens.
B ( ) brigas entre ele e a raposa.
C ( ) crueldade cometida pela raposa em relação a seus amigos.
D ( ) desavenças que houve no reino animal.

12- A raposa é tida como um animal muito assustado, esperto. Nessa fabula, a raposa mostrou-se:

A ( ) mais esperta do que o galo.
B ( ) menos esperta do que o galo.
C ( ) tão esperta quanto o galo.
D ( ) muito esperta, alem de corajosa e brincalhona.

13- O nome Co-ri-có-có, usado pela raposa em referencia ao galo, relaciona se:

A ( ) ao canto do galo.
B ( ) à raça do galo.
C ( ) à cor do galo.
D ( ) ao físico do galo


ATIVIDADE DE PORTUGUÊS

NOME                                                            DATA                               TURMA

Ninho de Cuco

O cuco é o mais mafioso dos pássaros. Não gosta muito de trabalhar e adora  ocupar o ninho dos outros.
Foi assim que, um dia, um pardal muito bondoso, emprestou o seu ninho para o cuco e pediu que, em troca, ele ficasse por algumas horas tomando conta da ninhada toda.
Saiu. Quando voltou, encontrou o cuco numa zorra danada, bagunçando seus ovinhos:
- Quer dizer que eu lhe empresto o ninho e você faz essa bagunça?
Ao que o cuco respondeu:
- Eu estou retribuindo a sua hospitalidade. Nós, cucos, somos assim mesmo: só posso ser como sou.
O pardal, cheio de raiva, deu uma bicada no cuco, que, ofendido, disse:
- Mas o que é isso, amigo?
E o pardal respondeu:
- Essa bicada é tudo o que eu lhe posso dar, no momento. Sinto muito, mas  nós, pardais, somos organizados, e você e seu ovinho vão ter que cair fora do meu ninho.
E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco  vazio de um relógio, onde, desde então, dá duro para sobrevive trabalhando  em turnos de meia hora.
Cuco-cuco-cuco!

(FRATE, Diléia. Histórias para acordar. Companhia das Letrinhas)

1. "Mas o que é isso, amigo?"
Na frase acima, a palavra grifada se refere ao

(A) cuco.
(B) pardal.
(C) relógio.
(D) ovinho.

2. Na frase "... encontrou o cuco numa zorra danada", a expressão grifada significa que o cuco estava

(A) fazendo pouco barulho.
(B) dormindo profundamente.
(C) chocando os ovinhos.
(D) desorganizando o ninho.

3. O título do texto é Ninho de Cuco porque

(A) o cuco se aproveita do ninho dos outros pássaros.
(B) o cuco constrói seu próprio ninho.
(C) o pardal dá seu ninho para o cuco.
(D) dentro de um relógio há um ninho de cuco.

4. O pardal brigou com o cuco porque o cuco

(A) não gosta de trabalhar.
(B) abandonou o ninho do pardal e foi para o relógio.
(C) bicou o pardal.
(D) bagunçou o ninho do pardal.


5. O que aconteceu ao cuco depois que foi expulso do ninho do pardal?

(A) Foi parar no terreiro.
(B) Foi para o seu ninho.
(C) Foi morar no relógio.
(D) Foi cantar no terreiro.


6. Na frase "E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio...", qual a função dos dois pontos?

(A) Finalizar uma frase.
(B) Introduzir uma explicação.
(C) Interromper a frase.
(D) Destacar uma expressão


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Leia o texto abaixo.

A BONECA

Deixando a bola e a peteca
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira: “É minha!”
“É minha!” a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. Já tinha
Toda a roupa estraçalhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca...

Olavo Bilac, Poesias infantis. Rio de Janeiro: Ed. Francisco Alves, 1949, p. 31-32.

No trecho “Que a pobre rasgou-se ao meio”, a expressão sublinhada refere se a:
A) estopa.
B) peteca.
C) roupa.
D) boneca







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Leia o texto e responda:
O menino que mentia

Um pastor costumava levar seu rebanho para fora da aldeia. Um dia resolveu pregar uma peça nos vizinhos. Um lobo! Um lobo! Socorro! Ele vai comer minhas ovelhas! Os vizinhos largaram o trabalho e saíram correndo para o campo para socorrer o menino. Mas encontraram-no às gargalhadas. Não havia lobo nenhum.Ainda outra vez ele fez a mesma brincadeira e todos vieram ajudar; e ele caçoou de todos.Mas um dia o lobo apareceu de fato e começou a atacar as ovelhas. Morrendo de medo, o menino saiu correndo. Um lobo! Um lobo! Socorro!
Os vizinhos ouviram, mas acharam que era caçoada. Ninguém socorreu e o pastor perdeu todo o rebanho. Ninguém acredita quando o mentiroso fala a verdade.

BENNETT, William J. O livro das virtudes para crianças. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997.

O texto tem a finalidade de:
(A) dar uma informação.
(B) fazer uma propaganda.
(C) registrar um acontecimento.
(D) transmitir um ensinamento.


Leia o texto abaixo.

“REI, CAPITÃO,
SOLDADO, LADRÃO,
MOÇA BONITA
DO MEU CORAÇÃO.”
http://www.mingaudigital.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=29
Sobre o que esse texto fala?

A) bonita e soldado.
B) capitão e ladrão.
C) coração e bonita.
D) soldado e ladrão.

Leia o texto abaixo.

Girafa
A girafa é o único animal que consegue alcançar a própria orelha
com a língua.
Marcelo Duarte. A arca dos bichos. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1999.
(Adaptação).
Sobre o que esse texto fala?
A) Tamanho da língua da girafa.
B) Tamanho das orelhas da girafa.
C) Tamanho das pernas da girafa.
D) Tamanho do pescoço da girafa.

Leia o texto abaixo.

Eu me chamo Pedro e tenho 7 anos. (...)
Quando eu tinha 3 anos, para salvar meu dente da frente que ficou mole
porque eu caí de boca brincando na gangorra da escola, minha dentista
me disse que... EU TERIA QUE PARAR DE USAR MINHA QUERIDA
CHUPETA VERDE!
– A chupeta ou o dente! – ela me mandou escolher.
Bom, eu nem quis ouvir direito essa proposta tão maluca! A doutora
Virgínia e a minha mãe tentaram conversar comigo, explicar por que era
importante eu não perder um dente tão cedo e... nada. Eu só olhava com
o olho mais comprido do mundo para a chupeta verde, minha companheira
do sono mais gostoso do mundo! Como dormir sem ela?
JANUÁRIA, Alves. Minha Chupeta virou estrela. In:
outros textos para enriquecer o repertório dos seus alunos
Leia novamente a frase abaixo.
Bom, eu nem quis ouvir direito essa proposta tão maluca!
Nessa frase, o ponto de exclamação indica que o narrador está
A) arrependido.
B) duvidando.
C) encantado.
D) indignado.

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Leia o texto abaixo.   

NO LABORATÓRIO

O CIENTISTA FALA PARA UM COLEGA:
— INVENTEI UMA PÍLULA QUE MATA A SEDE.
— NOSSA! E COMO ELA FUNCIONA?
— É SÓ TOMAR A PÍLULA COM DOIS COPOS DE ÁGUA.
FINZETO, Ângela. Brasileitura
Sobre o que esse texto fala?
 (
A) divertir o leitor.
B) dar uma informação.
C) orientar um doente.
D) passar um recado.

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Leia o texto abaixo.

O HOMEM DO OLHO TORTO

No sertão nordestino, vivia um velho chamado Alexandre. Meio
caçador, meio vaqueiro, era cheio de conversas – falava cuspindo,
espumando como um sapo-cururu. O que mais chamava a atenção
era o seu olho torto, que ganhou quando foi caçar a égua pampa,
a pedido do pai. Alexandre rodou o sertão, mas não achou a tal
égua. Pegou no sono no meio do mato e, quando acordou, montou
num animal que pensou ser a égua. Era uma onça. No corre corre,
machucou-se com galhos de árvores e ficou sem um olho.
Alexandre até que tentou colocar seu olho de volta no buraco, mas
fez errado. Ficou com um olho torto.

RAMOS, Graciliano. História de Alexandre. Editora Record. In Revista Educação,

Sobre o que esse texto fala?
A) O fato de Alexandre falar muito.
B) O hábito de Alexandre de falar cuspindo.
C) A caçada de Alexandre à égua pampa.
D) A caçada de Alexandre a uma onça.

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 Leia os textos abaixo.

A distribuição da água no mundo, no Brasil e na Amazônia
 (Fragmento)
O volume total de água na Terra não aumenta nem diminui: é sempre o
mesmo. Hoje somos mais de 5 bilhões de pessoas que, com outros seres vivos,repartem essa água. O desenvolvimento do ser humano está em grande parte relacionado à quantidade e à qualidade  da água.
‘’         Cada pessoa gasta por dia, em média, 40 litros de água: bebendo, tomando banho, escovando os dentes, lavando as mãos antes das refeições etc. Apenas 0,7% do volume total de água da Terra é formado por água potável, isto é, pronta para o consumo humano. Hoje em dia, quase 2 bilhões de pessoas não dispõem de água
potável.
Hoje, 54% da água disponível anualmente está sendo consumida, dos quais 2/3 na agricultura. Em 2025, 70% será consumida, apenas considerando o aumento da população. Caso os padrões de consumo dos países desenvolvidos forem estendidos à população mundial, estaremos consumindo 90% da água disponível.
www.iepa.ap.gov.br/ . Acesso 22/07/2007




Planeta água

Água que nasce na fonte serena do mundo
E que abre um profundo grotão
Água que faz inocente riacho e deságua
na corrente do ribeirão
Águas escuras dos rios que levam a
fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias e matam a
sede da população
Águas que caem das pedras no véu das
cascatas, ronco de trovão
E depois dormem tranquilas no leito dos
lagos, no leito dos lagos
Água dos igarapés, onde Iara, a mãe
d’água e misteriosa canção
Água que o sol evapora, pro céu vai
embora, virar nuvem de algodão
Gotas de água da chuva, alegre arco–íris
sobre a plantação
Gotas de água da chuva, tão triste, são
lágrimas na inundação
Águas que movem moinhos são as
mesmas águas que encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro fundo da
terra, pro fundo da terra
Terra, planeta água...
www.vagalume.com.br/guilherme–arantes/
planeta–agua.htm
Esses dois textos falam da
A) água das indústrias.
B) água da população.
C) água no mundo.
D) água no banho.


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 PRINCESA NENÚFAR ELFO-ELFA

Nasceu já bem pálida, de olhos claros e cabelos loiros, quase
brancos. Foi se tornando invisível já na infância e viveu o resto da vida
num castelo mal-assombrado, com fantasmas amigos da família. Dizem
que é muito bonita, mas é bem difícil de se saber se é verdade.

SOUZA, Flávio de. Príncipes e princesas, sapos e lagartos. Histórias modernas de
tempos antigos. Editora FTD, p. 16. Fragmento.

A) é muito bonita.
B) é pálida, de olhos claros.
C) tem cabelos quase brancos.
D) vive num castelo.A opinião das pessoas sobre a princesa é de que ela

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Leia o texto abaixo.


O alho bento

Mané Frajola não tinha um centavo. Jurou que ia dar jeito na vida. E deu. Catou uma réstia de alho e saiu pro mundo, apregoando:
– Alho bento! Olha o alho bento!
Parou uma velha.
– Alho bento? Serve prá que?
– Isso aqui tira quebranto, olho gordo, azá de 7 anos. É só mordê, comê metade e passá a outra metade em cima do coração!
A velha levou um dentinho, a peso de ouro. Depois veio um velho. Repetiu a pergunta, ouviu a mesma resposta. Levou!
De crédulo em crédulo, Mané Frajola vendeu a réstia toda, até o final da manhã. Estava com os cobres. Mas aí veio o Conde Drácula, chegado da Transilvânia
e não gostou da história. Aquela cidade toda cheirava a alho.
Resultado: Mané Frajola foi contratado como copeiro do Conde para ganhar dinheiro e parar de vender alho bento. Milagre só acontece quando a prosa do contador de causo padece!
http://eptv.globo.com/caipira/
O texto fala  de pessoas que

A) vivem no campo.
B) vivem em outro país.
C) falam trocando letras.
D) falam gírias de jovens.

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Leia o texto abaixo.

HIGIENE PESSOAL

SABONETE
PASTA DE DENTE
SHAMPOO
CONDICIONADOR
FIO DENTAL
PAPEL HIGIÊNICO
OUTROS

Esse texto é

A) um poema.
B) um aviso.
C) uma lista.
D) uma carta.

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Leia o texto abaixo.

Cantiguinha de Verão

Anda a roda
Desanda a roda
E olha a lua a lua a lua!
Cada rua tem a sua roda
E cada roda tem a sua lua
No meio da rua
Desanda a roda: Oh,
Ficou a lua
Olhando em roda...
Triste de ser uma lua só!

QUINTANA, Mário. Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006, p. 950.

O texto fala 

A) desandar a roda.
B) estar em roda.
O motivo da tristeza da lua é
C) ficar no meio da rua.
D) ser uma só.

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Leia o texto abaixo.

O menino perdeu o cachorrinho de estimação.
A amiga tenta ajudar:
– Por que você não coloca um anúncio no jornal?
– De que adianta? Ele não sabe ler!

Essa piada é engraçada porque

A) a menina falou que deveriam colocar um anúncio no jornal.
B) a amiga do menino quis ajudar a encontrar o cachorrinho.
C) o menino achou que o anúncio era para o cachorro ler.
D) o menino estava triste porque perdeu um cachorrinho.

Leia o texto abaixo.

Eu me chamo Pedro e tenho 7 anos. (...)
Quando eu tinha 3 anos, para salvar meu dente da frente que ficou mole porque
eu caí de boca brincando na gangorra da escola, minha dentista me disse que... EU TERIA QUE PARAR DE USAR MINHA QUERIDA CHUPETA VERDE!
– A chupeta ou o dente! – ela me mandou escolher.
Bom, eu nem quis ouvir direito essa proposta tão maluca! A doutora Virgínia e
a minha mãe tentaram conversar comigo, explicar por que era importante eu não perder um dente tão cedo e... nada. Eu só olhava com o olho mais comprido do mundo para a chupeta verde, minha companheira do sono mais gostoso do mundo!
Como dormir sem ela?

JANUÁRIA, Alves. Minha Chupeta virou estrela. In:
para enriquecer o repertório dos seus alunos

Bom, eu nem quis ouvir direito essa proposta tão maluca!
Nessa frase, o ponto de exclamação indica que o narrador está

A) arrependido.
B) duvidando.
C) encantado.
D) indignado.
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Leia o texto abaixo.

O peru

O peru foi a passeio
Pensando que era pavão
Tico-tico riu-se tanto
Que morreu de congestão
O peru dança de roda
Numa roda de carvão
Quando acaba fica tonto
De quase cair no chão
O peru se viu um dia
Nas águas do ribeirão
Foi-se olhando, foi dizendo
Que beleza de pavão
Foi dormir e teve um sonho
Logo que o sol se escondeu
Que sua cauda tinha cores
Como a desse amigo seu
Vinicius de. A Arca de Noé. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1991.
(P030051A8)
No último verso desse texto, a expressão “desse amigo” se refere ao

A) Tico-tico.
B) peru.
C) pavão.
D) narrador.

No último verso desse texto, a expressão “desse amigo” se refere ao Era uma vez: 23 poemas, canções, contos e outros textos. Revista Nova Escola, edição especial. Vol. 4, p. 24